1. Albergaria-a-Velha – a capital europeia dos moinhos de água!

Moinhos edificados sobretudo entre os séc. XVIII e XIX, com recurso a materiais de construção locais, moeram principalmente culturas locais, com destaque para o milho e trigo. Localizados estrategicamente, nas margens de rios e ribeiros, aproveitaram a força hídrica dos cursos de água, desviando-a pela levada diretamente até ao cubo onde a pressão era aumentada pelo efeito de gravidade, alimentando as penas do rodízio e fazendo-o girar. Quase todos moinhos de vários proprietários, eram utilizados de acordo com horário previamente acordado entre todos.

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2. Castelo de Mogadouro – Monumento Nacional do Norte de Portugal!

Está muito bem posicionado. É o ponto mais alto da vila. Chegar lá, é querer subir lá em cima, à torre de menagem. Foi o que fiz! Uma vista espetacular sobre Mogadouro e as suas terras, as terras vizinhas. Mas também sobre a região, e outros castelos. A linha de fronteira raiana contra o reino vizinho construíu fortificações estrategicamente posicionadas para manter contacto com os castelos vizinhos – Penas Roias, Algoso e Outeiro -. É toda uma vista para registar na memória, e para fotografar…

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3. Santo Antão do Tojal, monumental – um segredo às portas de Lisboa

Fui até à praça. Fotografei. Caminhei até próximo da fonte. Integrada num edifício de dois andares e com uma escadaria de sete degraus a abrir em leque é incrivelmente bonita. Ao fundo, ao alto, o aqueduto, a aparecer por cima dos telhados de algumas das habitações. Mandado construir por D. Tomás de Almeida abasteceu o chafariz e a fonte monumental. Também ali, e por sua ordem, foi construído o Palácio da Mitra, ou, vulgarmente conhecido, dos Arcebispos. Uma obra executada para – bem receber – o rei D. João V, nas suas viagens às construções do Convento de Mafra.

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4. 4 aldeias de Bragança que não pode perder, nunca!

Gimonde é gastronomia, é património, é paisagem. Caminhei nos dois sentidos pela ponte velha, a ‘famosa’ ponte de xisto, classificada como Imóvel de Interesse Público. E também o principal atrativo turístico da aldeia. Foi fácil perceber porquê. Ali, algumas galinhas em liberdade alimentavam-se junto às margens do rio, um burro com uma carroça carregada atravessava a ponte, seguindo as orientações do dono.

O tempo ali ‘anda’ mais devagar, mas ‘alto’, não parou! Ao contrário de outros tempos, hoje as gentes de Montesinho deslocam-se para a cidade de carro. O burro só é usado para os trabalhos agrícolas (e pouco). Há muito menos gente, mas há os turistas. E é também esse contacto, esse envolvimento saudável e feliz entre locais e quem passa que faz manter vivos estes belos recantos, já raros, do Portugal rural.

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5. 4 razões, fortes, para parar em Ribeira de Pena!

O Parque tem  muitas atividades, entre várias: em terra, a escalada e o minigolfe; no ar, o fantasticable,  o salto negativo e a escalada; na água, o rafting e a canoagem; no fogo, o tiro ao alvo, o alpine coaster e o paintball. E são todas estas atividades que tornam o parque um espaço perfeito para passar um fim de semana entre amigos e ou familiares, até porque há a possibilidade de dormir por lá, no parque! É um contacto direto com a natureza no seu estado mais puro, em ambiente descontraído, desportivo e feliz.

Vejo todo um aglomerado de casas graníticas distribuído por ruas e ruelas também elas em granito. Circulo a pé a reparar nos detalhes. Uma arquitetura ancestral. Arcos, pilares e pátios exteriores. Espigueiros, eiras, e o silêncio a acompanhar. No entanto, também há uma povoação mesmo que pequena, ativa. Várias alfaias e outros equipamentos agrícolas com sinais de uso. Marcas frescas de gado a passar nas ruas. Algumas habitações arranjadas e transformadas para bem receber – turismo rural -. Aqueles candeeiros de rua! Lindos. Imaginá-los acesos, (luz amarela) numa noite escura de inverno …

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