Andei em time off pela colina mais alta, ou das mais altas , da cidade de Lisboa (eu e as alturas, e as alturas e eu, risos). A colina de São Jorge também chamada colina do Castelo. Lá localiza-se o Castelo de São Jorge, monumento classificado como Monumento Nacional é também dos mais populares da capital. E foi exatamente no Castelo, monumento, onde andei de um lado para o outro. Onde parei para fotografar e onde me sentei para desfrutar de um dos melhores sunsets dos últimos tempos.

Logo à entrada da fortificação, e a dar-nos as boas vindas (risos), temos a imagem de São Jorge. Santo padroeiro dos cavaleiros e das cruzadas e a quem o Castelo tinha devoção. E, dizem, foi daí que derivou a atual designação – Castelo de São Jorge -. Portanto é justo (risos) estar à entrada, em posição de destaque, para milhares de pessoas que por ali passam.

Estava um dia bonito. O sol esplêndido e gigante distribuía raios amarelos, alaranjados e combinações de ambos, que juntos se perdiam entre o céu e o rio. Ao fundo comecei a avistar o majestoso rio Tejo, parecia-me intocável, era um espelho, uma folha fina e frágil a dar frescura a uma cidade empilhada de edifícios vários e de onde a onde surgia algum ‘oxigénio’ dado pelos verdes que (ainda) existem na cidade. Havia muitos turistas como eu, que passeavam, mas também iam parando.

O Castelo é um miradouro único, tem muita área, muito espaço e está arborizado e com vida. Andei pelas muralhas, subi às torres, vi a cidade de várias perspectivas, e vi mais dois miradouros a visitar (risos), a Graça e a Senhora do Monte. Obrigada Castelo, Obrigada São Jorge!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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