Em território Vieirense, fui até à vila, Vieira do Minho, subi à serra e saboreei, talvez, o melhor da sua gastronomia. Maravilhoso time off!

A visita

No coração da vila visitei a Casa Museu Adelino Ângelo, um antigo solar, a Casa de Lamas, transformado em museu. Um espaço criado para preservar a memória histórica e artística do concelho, e não só. Tem uma oficina de artes-atelier, e apoia, cria e partilha atividades artísticas e culturais extra. Recebe exposições temporárias. Atualmente, acolhe e apresenta a coleção de arte contemporânea da fundação altice Portugal. Fantástica. A exposição permanente, dinâmica, é do Mestre Adelino Ângelo! Do próprio. E compõe uma coleção de quadros singular. Traços mágicos.

A poucos metros do centro, o Parque de Campismo da Cabreira. Um complexo turístico destinado aos amantes de campismo e montanha verdejante. Além de um conjunto de equipamentos e estruturas de apoio ao campista, o espaço dispõe, recentemente, de bungalows. Um feliz e confortável convite ao lazer, num verde fresco e saudável.

Em plena serra, e na freguesia de Cantelães, localiza-se uma das identidades mais fortes de fé de todo o concelho. O santuário de Nossa Senhora da Fé! Fui até lá. O destino, comecei a vê-lo desde a vila. Um gigante cruzeiro a erguer-se de um verde denso. Construído com as ofertas dos emigrantes e devotos, é um bonito e raro miradouro (interior) a 360º. Sim, subi lá em cima, e adorei. Toda uma vista soberba, e a poucos metros, o recinto da capela, os dois coretos, uma fonte e um nicho construído no tronco de uma árvore que alberga a imagem de Nossa Senhora. Detalhes, bonitos, de quem acredita. Terei que voltar no último domingo de maio. Altura em que a capela acolhe a peregrinação do arciprestado de Vieira do Minho. 

Despedi-me da melhor forma, de barriga cheia! Num restaurante típico local. Pedi vitela de gado barrosã e comi os deliciosos barquilheires para ‘fechar’. Há lá melhor forma de – viver – do que a passear e comer!?!

 

 

 

 

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